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O ATR mostra o quão fundo o mercado inspira — e o quão amplos os movimentos podem se tornar.

Neste walkthrough, você vai aprender o que é o ATR, como ele mede a volatilidade e como usá-lo para dimensionar suas operações, posicionar stops mais inteligentes e parar de adivinhar em ambientes instáveis.
Porque um setup não é só direção.
É sobre conhecer seus limites — antes que o mercado os revele a você.
Vamos começar.
Mercados não apenas se movem — eles se expandem e se contraem.
Alguns dias são silenciosos, com intervalos apertados e baixo impulso. Outros dias são explosivos.
O desafio não é apenas saber para onde o preço vai — é saber quanto ele pode, razoavelmente, percorrer.
O Average True Range (ATR) mede exatamente isso.
É um indicador de volatilidade, não de tendência. O ATR não se importa se o preço está subindo ou caindo; ele mostra o quanto o preço tem oscilado, em média, dentro de um período definido.
O ATR não gera sinais de entrada.
Ele fornece contexto — ajudando você a dimensionar posições, definir stops realistas e evitar extrapolar em condições calmas ou caóticas.
Usado corretamente, ele faz você respeitar o mercado que existe — não o que você gostaria que existisse.
O ATR mede o intervalo médio entre máximas e mínimas — incluindo gaps — em um período, geralmente 14 candles.
Para cada candle ele observa o True Range, o maior valor entre:
Isso garante que gaps, picos e movimentos de fuga sejam contabilizados — não apenas o corpo do candle.
Depois, esse valor é suavizado ao longo do tempo.
A linha resultante — o ATR — reflete quanto o preço tem se movido, independentemente da direção.
O ATR não diz para onde o preço vai.
Ele indica até onde ele tende a ir quando se move.
Para Ava, não é sinal; é restrição — uma métrica para calibrar risco, ajustar tamanho e reconhecer quando o mercado está superaquecido… ou quando ainda não está pronto para andar.
O ATR brilha quando você precisa se adaptar à velocidade do mercado.
Ele não aponta a entrada, mas ajuda a decidir:
Ava usa o ATR quando:
Especialmente útil quando:
Menos eficaz quando:
O ATR funciona melhor quando faz o que nasceu para fazer:
mantê-lo dentro dos limites da energia atual do mercado.
Acompanhe Ava — uma trader que ajusta sua estratégia ao estado do mercado, não a suposições.
Quinta-feira de manhã: Ava monitora Chainlink (LINK), subindo há três sessões. Estrutura limpa, momentum firme — mas antes de entrar, Ava quer saber a volatilidade que vai encarar.
Ela confere o ATR(14) no gráfico de 1 hora.
Leitura atual: US$ 0,48 — ante US$ 0,33 dois dias atrás.
O intervalo médio do candle aumentou quase 50 %. O mercado está aquecendo.
Sem pressa na entrada, ela espera um pullback até um suporte chave. Quando o preço toca o nível e imprime um bullish engulfing, ela compra.
Em vez de usar um stop fixo de US$ 0,20 (como fazia antes), deixa o ATR guiá-la:
Assim, seu risco fica compatível com o que o mercado realmente pode entregar — não um palpite.
O preço avança rápido. Quando LINK sobe US$ 1,30, o ATR já salta para perto de US$ 0,60. Ava ajusta o stop logo fora de 1 × ATR, dando espaço e protegendo o ganho.
Eventualmente, o preço estaciona. O momentum esfria. Ela zera a posição quando o ATR começa a achatar — não por sinal, mas porque a energia do movimento claramente se esgotava.
Ava não usou o ATR para timing.
Ela o usou para enquadrar o risco e se adaptar à mudança de ambiente.

O ATR reage à expansão de faixa, não à direção.
Isso mantém você focado no que o mercado faz — não no que você quer que ele faça.
Ava lê a linha do ATR como lê o preço:
ATR confirma ou contradiz o setup?
O ambiente combina com a estratégia?
Ajustar stop ou tamanho?
ATR não dá edge sozinho.
Ele ajuda a mantê-lo dentro do que o mercado pode realisticamente fazer.
Movimento lento demais → risco de overtrading.
Volátil demais → risco de ser sacudido fora.
Ava usa o ATR não para decidir o que operar — mas como operar.
Ava não trata o ATR como sinal: ele é filtro — molda a operação ao ritmo real do mercado.
Antes de cada setup, ela verifica o valor atual do ATR e o compara aos níveis recentes.
A volatilidade expandiu ou contraiu?
Ela não precisa de precisão milimétrica; quer apenas saber:
o mercado está calmo, equilibrado ou instável?
Volatilidade baixa
Opera intervalos menores, usa stops curtos, espera estrutura clara.
Evita perseguir rompimentos — baixo ATR costuma render falsos embalos.
ATR em alta
Alarga stops, reduz tamanho, espera movimentos mais rápidos.
Fica alerta — ATR crescente pode significar oportunidade ou caos.
Com ATR subindo rápido e preço esticando, Ava considera time stops: dá menos tempo para o trade vagar — o ambiente perdoa menos.
Ela também monitora o ATR durante o trade.
Se a volatilidade colapsa após a entrada, reavalia. Queda brusca no ATR pode sinalizar perda de força.
ATR não diz o que operar.
Diz como operar — ou quando recuar.
O Average True Range não fala de direção. Fala de ambiente.
Ele revela quanto o mercado se move — não para onde. Essa visão mantém você alinhado ao que o mercado pode, de fato, oferecer.
Na Kodex, não usamos o ATR para achar entradas.
Usamos para adaptar — tamanho, stops, expectativas.
ATR não elimina risco.
Mas ajuda a moldar o risco ao que o mercado suporta — não ao que você deseja.
Deixe o ATR enquadrar seu risco.
Deixe a estrutura orientar sua estratégia.
E deixe a volatilidade guiar como você se move — não se você se move.