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Se não pode se mover, não sustenta. Oferta real não é potencial — é pressão que responde.

Bem-vindo(a) a este walkthrough Kodex: Oferta Real — O que está realmente em jogo.
Neste texto, desvendamos a diferença entre o que é prometido e o que está presente.
Você vai aprender a enxergar além dos indicadores de oferta inflados, descobrir como a Ava filtra o que realmente se move e entender por que a estrutura depende não do total emitido — mas do peso ativo.
Vamos começar.
Oferta não é só um número.
É um sinal — do que pode se mover e do que não pode.
Todo token tem uma oferta total. Inclui cada unidade já cunhada, prometida ou programada para liberação. Mas nem tudo está em circulação. E nem tudo que se rotula “circulante” está de fato ativo.
Alguns tokens ficam travados em contratos de vesting de longo prazo. Outros repousam em carteiras de fundação, intocados e indisponíveis. Muitos estão perdidos para sempre — presos atrás de chaves esquecidas, enterrados em endereços inacessíveis ou queimados.
Mesmo assim, a maioria dos indicadores ainda conta com eles. Entram no market cap, inflam as métricas de oferta, moldam razões e rankings — embora não consigam moldar comportamento.
A ilusão começa aí.
Oferta circulante mostra o que está teoricamente disponível ao público. Mas não garante liquidez. Não revela quanto pode ser realmente comprado ou vendido sem mover o mercado. Nem mostra quais partes do sistema participam da formação de preço.
É aqui que entra a oferta real — a porção da estrutura do token que está verdadeiramente ativa. São as unidades que podem ser negociadas, testadas e tocadas pela pressão.
Na Kodex, tratamos a oferta real como a presença funcional do ativo. Porque só o que se move sustenta preço. Só o que negocia molda estrutura. O resto é narrativa — não suporte.
Ignorar isso é ler matemática fantasiada de significado, não mercado.
A Ava não negocia segundo o que um projeto diz existir.
Ela negocia segundo o que o mercado consegue sentir.
Quando vê um token com 1 bilhão de oferta total, mas apenas 80 milhões em circulação real, ela não assume que o resto seja irrelevante — checa onde está, quem segura e quando se move.
Se a maior parte está trancada em carteiras da equipe ou controlada por insiders, ela não confia no float.
Sabe que um agente silencioso pode reescrever a estrutura — não pelo preço, mas pela presença.
Para ela, oferta real é pressão ativa — quanto pode ser comprado ou vendido sem distorção. Ela lê a diferença entre o número e o comportamento.
Se o gráfico reage violentamente a ordens pequenas, ela presume oferta real baixa — mesmo que a circulante diga o contrário.
Se a liquidez é profunda e os movimentos se sustentam, ela sabe que há oferta real apoiando o preço — não apenas observando da lateral.
Ava acompanha calendários de desbloqueio.
Verifica a atividade no explorer.
Observa mudanças súbitas na distribuição de holders.
Porque, para ela, movimento define verdade.
Oferta que não se move equivale a inexistir.
E oferta que pode se mover — mas ainda não se moveu — jamais é ignorada.
Ela não espera o desbloqueio surpreendê-la.
Prepara-se para ele como pressão mantida fora de cena.
No mundo da Ava, oferta real não trata de escassez.
Trata de estrutura que reage quando tocada.
Ava monitora um novo token de Layer 2 que começa a ganhar fôlego.
No papel, os números parecem limpos: 500 milhões de oferta total, 60 milhões circulantes, volume on-chain crescendo.
Mas Ava não negocia pelo número.
Ela negocia pelo que esses tokens podem fazer.
Checa o explorer. Metade da oferta circulante não se move há semanas. Trinta por cento está em carteiras multisig conhecidas. Calendários de vesting mostram outros 100 milhões desbloqueando em três semanas. O float é real — mas mal flutua.
Para o trader casual, o rompimento parece forte. Para Ava, parece leve.
Ela entra no gráfico. Ordens pequenas de compra movem o preço 2–3 % de cada vez. Muralhas de venda somem quando testadas. As velas se movem rápido, mas nada embaixo parece ancorado.
Não há profundidade. Sem resistência. Apenas movimento.
Ela passa.
Três dias depois, começa o desbloqueio. Novos tokens entram na liquidez. O preço cai rápido.
Não é rug. É pressão encontrando um sistema que nunca teve estrutura.
Agora ela olha outro ativo: um protocolo mid-cap que acompanha há meses.
Mesma oferta circulante. Mas este segura volume. As maiores carteiras estão em stake, não em trade. A liquidez é em camadas. A slippage é baixa, mesmo em tamanho.
Quando mexe, o movimento segura — porque há peso real dentro da faixa.
Ela entra — não porque o gráfico está bonito, mas porque o sistema pode carregá-lo.
Ava não negocia só o gráfico.
Ela negocia o que sustenta o gráfico.
Oferta real não é sobre potencial.
É sobre presença.
Você não pressiona um mercado com tokens travados.
Não constrói estrutura sobre ativos que não se movem.
E não confia em escassez que só existe no papel.
Na Kodex, filtramos além dos números.
Perguntamos: Que parte deste sistema pode responder?
O que é negociável, tangível, reativo sob estresse?
Porque o que é real em um mercado não é o que é prometido —
É o que se mantém quando chega a pressão.
Se a oferta é rasa, o sistema é leve — e o preço se moverá como tal.
Se a oferta é inflada com unidades congeladas, a estrutura rachará sob suposições.
Então, antes de confiar na métrica, olhe mais fundo:
Quem segura o peso?
Pode se mover?
E, se se mover — o que acontece com todo o resto?
Mercados não ligam para quantos tokens existem.
Importam-se com quantos podem agir.
Deixe isso moldar suas decisões.
Deixe isso guiar seu tamanho.
E deixe a estrutura — não a imaginação — definir o que está realmente em jogo.