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Os mercados se movem em ondas — não por causa de teoria, mas por causa da psicologia. Esta ferramenta mapeia os padrões de crença e exaustão.

Se você já olhou para um gráfico e pensou:
“Não faço ideia de onde estamos nesse movimento” — isso é pra você.
Neste walkthrough, você vai aprender a identificar as fases de uma tendência usando padrões de ondas, a perceber se o momentum está ganhando força ou enfraquecendo, e a posicionar suas entradas com mais confiança — sem precisar adivinhar topos ou perseguir fundos.
Você vai aprender a reconhecer tendências em estágio inicial, sinais de exaustão e padrões de correção que a maioria dos traders ignora.
Sem contagens perfeitas. Sem padrões forçados.
Só uma forma mais clara de ler o que o mercado está realmente fazendo — e o que pode vir a fazer.
Porque quando você entende o ritmo, o caos perde o poder.
Vamos começar.
Mercados muitas vezes parecem caóticos — cheios de ruído, falsos movimentos e oscilações imprevisíveis. Mas por trás da desordem, alguns traders acreditam que existe um ritmo mais profundo.
A Teoria de Elliott Waves parte dessa ideia: que o preço se move em ciclos repetitivos de expansão e correção. Esses ciclos refletem mudanças na psicologia coletiva — otimismo, medo, exaustão e recuperação — e geralmente seguem padrões reconhecíveis.
A teoria descreve como as tendências se movem em ondas:
Não são regras exatas — são estruturas para identificar ordem quando o mercado parece desestruturado.
Elliott Wave não diz o que vai acontecer.
Ela te ajuda a reconhecer onde o mercado pode estar no ciclo — e se a energia por trás de um movimento tende a continuar ou a se desfazer.
Quando usada com cuidado, ela oferece clareza onde antes havia incerteza.
A Teoria de Elliott Waves é baseada na ideia de que o mercado se move em duas fases:
Cada ciclo completo consiste em:
Vamos destrinchar isso.
Fase de Impulso: Ondas 1–5
Essas cinco ondas formam a tendência.
Onda 1 – O movimento inicial. Muitas vezes passa despercebido.
Onda 2 – Um recuo. Traders duvidam da tendência.
Onda 3 – O movimento mais forte. Volume cresce, confiança aumenta.
Onda 4 – Outra correção. Mais leve, geralmente mais superficial.
Onda 5 – O empurrão final. O momentum desacelera à medida que a tendência se exaure.
Fase Corretiva: Ondas A–B–C
Essas três ondas vão contra a tendência.
Onda A – A primeira queda ou movimento contra a tendência.
Onda B – Uma recuperação temporária. Traders acreditam que a tendência pode continuar.
Onda C – A segunda perna de queda. Mais profunda, mais decisiva.
A estrutura das ondas reflete o sentimento e a energia do mercado — não preços fixos nem janelas de tempo.
E embora tudo pareça limpo na teoria, ondas reais costumam se sobrepor, se estender ou distorcer.
Por isso, o objetivo não é rotular perfeitamente — é reconhecer o ritmo de onde você está no ciclo maior.
O verdadeiro valor da Teoria de Elliott não está na contagem.
Está em entender quando um movimento está começando — ou começando a exaurir.
A teoria é mais útil quando você quer entender onde está dentro de um movimento maior — não só onde o preço está, mas quanto a estrutura por trás dele já evoluiu.
Você usa quando:
É especialmente valiosa em mercados com tendências fortes, onde as ondas se formam de maneira mais clara.
Também ajuda em correções, quando o preço recua mas ainda mantém estrutura.
Ela funciona menos quando:
Na melhor versão, ela traz contexto — não previsão.
Elliott Wave não é sobre acertar a contagem perfeita.
É sobre reconhecer quando o momentum está crescendo — e quando está se desgastando.
Vamos acompanhar Ava — uma swing trader focada em momentum e estrutura, não em adivinhar topos e fundos.
É começo de abril. O Bitcoin sobe de $58.000 para $66.000 nas últimas três semanas. O movimento teve pausas e reações claras, mas no geral, foi direcional. Ava vê potencial para um ciclo maior — e começa a mapear possíveis ondas.
Ela começa em $58.000, onde a tendência virou. Os três primeiros impulsos e recuos chamam sua atenção.
Onda 1: De $58.000 para $60.500 — o primeiro impulso claro. Não é dramático, mas é uma mudança.
Onda 2: Recuo até $59.200. Traders hesitam, incertos sobre a força do rali.
Onda 3: Avanço forte até $64.800 — velas limpas, volume crescente, momentum claro.
Essa é a onda que Ava acredita ser a terceira — normalmente a mais forte.
Ela não entra tarde. Ela espera a correção.
Onda 4: O preço cai para $62.800. A correção é superficial e lateral — sinal de que os compradores ainda dominam.
Onda 5: O preço sobe mais uma vez, lentamente, até $66.000. As velas mostram menos convicção. O volume enfraquece.

Para Ava, isso é sinal de exaustão — não de fracasso, mas do fim do ciclo.
Ela aguarda a fase corretiva. O preço começa a recuar.
Onda A: Queda para $63.000 — um movimento brusco.
Onda B: Recuperação até $64.000. Traders tentam reacender a tendência.
Onda C: Nova queda, agora até $60.000 — movimento mais profundo que rompe suportes fracos.
Agora Ava tem contexto.
Ela não opera cada onda. Não rotula obsessivamente.
Ela usa o ritmo de expansão e correção para guiar seu posicionamento.
Nesse caso, ela entra após a correção ABC, quando o preço recupera $61.000 com força e a estrutura se reorganiza.
Elliott Wave não deu um sinal.
Deu um timing — e uma leitura mais clara de onde o mercado pode estar nessa linha do tempo.
A Teoria de Elliott não se trata de nomear ondas com perfeição.
É sobre entender o que o mercado está tentando fazer — e em que fase esse processo está.
Ava não foca em desenhar contagens limpas de 1 a 5 ou de A a C.
Ela observa o comportamento do preço nos pontos de virada entre as ondas.
Ela presta atenção em:
O ponto não é estar certa.
É reconhecer quando o comportamento está coerente com a fase do ciclo.
Se tudo se alinha — impulso forte, correção equilibrada, retomada confirmada — Ava considera a entrada.
Se as ondas se estendem, se sobrepõem ou colapsam — ela espera. Nenhum padrão é melhor do que um forçado.
Elliott Wave não é a entrada.
É o contexto ao redor dela.
Ava não começa rotulando ondas. Ela começa com uma pergunta simples:
Este mercado está expandindo — ou corrigindo?
Ela busca movimento claro numa direção, com recuos que respeitam estrutura. Se vê um padrão surgindo, marca o início — mas de forma solta. Ela não tenta prever cada oscilação. Ela acompanha o ritmo.
Ela sabe que a Onda 3, se aparecer, costuma ser a mais forte e confiável.
Então seu interesse está em entrar durante as correções da Onda 2, e sair durante ou após a Onda 5.
Ela não espera que toda sequência de cinco ondas seja limpa.
Está preparada para distorções — ondas longas demais, topos truncados, correções sobrepostas.
Durante as correções, Ava é paciente.
Ela observa o comportamento da Onda B.
Se for fraca, espera uma Onda C mais profunda.
Se for forte, considera que a tendência já pode estar tentando retomar.
Ao longo de todo o processo, ela trata a teoria como um framework — não um gatilho.
Ela mapeia a fase do mercado.
Mas é a confirmação e a estrutura — não os rótulos — que determinam quando ela age.
A Teoria de Elliott Waves não é sobre precisão.
É sobre ritmo.
Ela te dá uma forma de entender onde o mercado pode estar em seu ciclo — se está ganhando força, se está se exaurindo ou se está se resetando por completo.
No Kodex, não usamos ondas para prever o preço.
Usamos para enquadrar o que o mercado está fazendo — e até onde ele já pode ter ido.
Se o comportamento se encaixa na estrutura, prestamos atenção.
Se não se encaixa, não forçamos a contagem.
A teoria das ondas não substitui a observação.
Ela te ajuda a desacelerar, ver o quadro maior — e operar com mais clareza.
Deixe que a estrutura revele a fase.
Deixe que a confirmação guie a entrada.
E deixe que o ritmo — não a reação — conduza sua decisão.